Uma curiosidade sobre Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
Foram parceiros antes de serem amigos.
Em 1955, na Continental, Dóris Monteiro estreou a parceria Dolores Duran e Tom Jobim com ‘Se é por falta de adeus’.
Em ‘Quando tu passas por mim’, de Antônio Maria e Vinícius de Morais, Dóris antecipa o encontro do poeta Vinícius de Moraes com o Maestro.
O disco contendo ‘Eu e meu coração’, de Inaldo Vilarim e Antônio Botelho, dá ao Tom o prêmio de melhor disco de 1955.
Tom Jobim só se tornou amigo de Vinícius de Moraes em 1956.
Oscar Niemeyer fez o cenário da peça, Vinicius de Moraes, Lila Bôscoli e Tom Jobim conversam nos bastidores da estréia de Orfeu da Conceição. Foto de José Medeiros,1956
Shorter Jobim
A origem da música e a evolução dos instrumentos. A origem do Jazz, Blues, R&B, Soul, Cool Jazz, música caribenha, Samba, Choro, as Big Bands.
Laurindo de Almeida, Nestor Amaral, Zé Carioca (Cariocas Boy) ao lado de mestres do Jazz: Louis Armstrong, Benny Goodman, Golden Gate Quartet, Tommy Dorsey, Lionel Hampton e outros. Laurindo Almeida atuou com Stan Getz, gravou vários sucessos de Tom Jobim. Foi o maior vencedor de Grammys do Brasil. Sinatra começou na orquestra de Tommy Dorsey. O tambor, a flauta, o violão, marimba e as bandas de jazz. O samba nasceu do maxixe que é uma mistura da polca austriaca com o lundu africano, o choro nasceu da combinação da polca, xote escocês, mazurca polonesa, valsa vienense, do minueto e da habanera cubana.
Apresentação de Danny Kaye, parceiro de Bing Crosby.
Carmem Miranda levou o choro e o samba para os EUA, Ary Barroso levou o samba-canção, Zequinha de Abreu, Waldir Azevedo e as maravilhas do choro. A Bossa Nova foi a grande apoteose do encontro de culturas. Stan Getz e Byrd divulgaram as canções de Tom Jobim, desde o início dos anos 60. Todos os grandes nomes do Jazz gravaram Tom Jobim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário