George Gershwin, Cole Porter, Irving Berlin. In the first half of the 20th century, they were, from the United States, the greatest songwriters on the planet. Leonard Bernstein stated that after them came Tom Jobim and Paul McCartney.
The family of Bacharach, Mancini, Legrand
Um cracaço!", me disse o maestro Severino Araújo depois de botar a sua lendária orquestra, a Tabajara, para gravar um disco só com músicas de Tom. Aliás, Severino e Tom, de caminhos tão distintos, foram alunos do mesmo professor, o alemão Hans-Joachim Koellreutter.
George Gershwin, Cole Porter, Irving Berlin. Na primeira metade do século XX, eles foram, a partir dos Estados Unidos, os maiores autores de canções do planeta. Na segunda metade do século XX, é muito improvável que alguém tenha superado Tom Jobim.
"Nem {Henry} Mancini nem {Michel} Legrand. Tonzinho é o maior". Quem disse foi Vinícius de Moraes num tempo em que havia também Burt Bacharach, competentíssimo autor de canções. Bacharach, tão injustamente criticado por ter sido pop demais.
E há outra turma, claro. Outro time. De outra linhagem. John Lennon e Paul McCartney, Bob Dylan, Stevie Wonder, Paul Simon, Carole King. Sim! Carole King! Talentosíssima hitmaker subestimada por ter optado por um negócio que os homens pensam que é só deles.
Leonard Bernstein disse que John Lennon e Paul McCartney foram os maiores depois de Gershwin. Há algum exagero
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