quarta-feira, 3 de maio de 2023

 Antonio Carlos Jobim e Heloísa Maria Buarque de Hollanda parceria dos anos 70. Virou show no Canecão e no mundo com Vinícius e Toquinho, 1977. 


Músicas de Tom, Chico Buarque, Marino Pinto, Vinicius de Moraes, Cacaso (Antônio Carlos de Brito), Carlos Lyra, Toquinho (Antonio Pecci Filho)

Milton de Oliveira, Urgel de Castro, Mirabeau, Bororó (Alberto de Castro Simões da Silva) e Candinhho

RCA VICTOR |

 1  Encontro antológico: Tom Jobim, Ary Barroso, e Nilo Dante.

2 Tom Jobim ao piano, Vinicius de Moraes, Baden Powell ao violão e os atores Ivan Albuquerque e Isabel Ribeiro, casa de Lucia Proença

3 Pixinguinha, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes, com a capa do maravilhoso LP The Wonderful World of Antonio Carlos Jobim de 1965, e Baden Powell.

4 Ary Barroso, Antonio Carlos Jobim, Ronaldo Bôscoli e Carlos Lyra, 1960.

 Antonio Carlos Jobim sempre foi um apaixonado pela ecologia, pela música e pela cultura em geral.  Em maio de 2001 foi criado o Instituto Antonio Carlos Jobim  para preservar e expor ao público o seu acervo, bem como para desenvolver projetos sobre ecologia e as artes em geral. A Casa do Acervo se encontra no Espaço Tom Jobim, dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O Jardim Botânico era sua segunda residência na cidade, ele amava o parque. A Casa abriga o acervo pessoal físico e digital de Tom Jobim. O espaço digital do Instituto abriga também os acervos de  Lucio Costa, Dorival Caymmi, Chico Buarque e Gilberto Gil. Os de Milton Nascimento e de Paulo Moura estão sendo concluídos. O pessoal  que administra o Instituto  é composto por músicos, pesquisadores, historiadores, designers e arquitetos.  A Casa do Acervo tem um espaço permanente, dedicado ao maestro Antonio Carlos Jobim, um  espaço multimídia.

 Maria Creuza, atuou com Vinícius e Toquinho, grande sucesso, aqui interpretando Caminhos Cruzados, canção de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.


Maria Creuza atuou com Vinícius e Toquinho, viajou pela America do Sul, Europa, ela também atuou com Antonio Carlos e Jocafi, grande sucesso

 Braguinha compositor que fez a letra de Carinhoso, atuou com Noel Rosa, Almirante, Henrique Brito, e Alvinho, no grupo Tangarás, foi  diretor da gravadora que projetou nomes como Tom Jobim, Billy Blanco, Jamelão, Radamés Gnattali, Dick Farney, Doris Monteiro, Luiz Gonzaga, Tito Madi e Nora Ney.

Braguinha fez versão de músicas para desenhos da Disney. Dublou filmes como "Branca de Neve",  "Pinóquio", 1940; "Dumbo", 1941 e "Bambi", em 1942.

Balance foi gravado por Carmem Miranda e Gal Costa. 

Extinta a Columbia nasceu a gravadora Continental tendo Braguinha como diretor artístico, 1943.


Herivelto Martins, marido de Dalva de Oliveira e pai de Pery Ribeiro, todos eles foram grandes amigos de Tom Jobim. Jobim fazia arranjos e orquestração para Dalva de Oliveira. Pery foi o primeiro a gravar Garota de Ipanema.


Ricardo Cravo Albim, historiador e crítico musical, e a Sala Tom Jobim no Museu da Imagem e do Som 


Elizeth Cardoso e Tom Jobim, 1958, Canção do Amor Demais, marco da Bossa Nova.


Tom Jobim, Braguinha e Vinicius no Canecão, 1977


Billy Blanco e Tom Jobim e os dois primeiros sucessos de Tom Jobim, Tereza da Praia e a Sinfonia do Rio com Os Cariocas


Marlene foi um grande sucesso no carnaval com uma canção de Tom Jobim.


Tom Jobim com Dalva de Oliveira.

 O produtor musical Roberto Quartin e Antônio Carlos Jobim. Quartin lançou em 1979 o álbum "Sinatra - Jobim Sessions" que contém o registro completo da gravação que Frank Sinatra realizou com Tom Jobim para o disco "Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim".  Roberto Quartin foi um produtor musical muito importante na história da nossa música. Trabalhou com grandes nomes.


Stan Getz, Roberto Quartin e Baden Powell.

 Lucio Alves e Dick Farney foram muito importantes para os rumos da Bossa Nova.  Eles cantavam na noite do Rio de Janeiro e estavam conectados com o que se passava na música internacional nos anos 50. Tom Jobim, João Gilberto e Johny Alf tocavam nas noites do Rio. Eles viram a inflexão no estilo de Sinatra e o surgimento do cool jazz.  


Tom, Nara, Chico, Capinã, Sérgio Ricardo, Ipanema, anos 70, no Rio de Janeiro.


Baden Powell, Lucio Alves, Nara Leão e Tom Jobim.


Pixinguinha, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes e Baden Powell. Vinicius presta homenagem a Tom com a capa na mão.


A MPB diz presente!